Indaiatuba

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Uma brincadeira erótica originária da Inglaterra, conhecida como Snap, está gerando polêmica em todo o Brasil. As famosas “pulseiras do sexo” estão no meio de um debate que coloca em discussão a educação sexual dos jovens brasileiros. Em Indaiatuba, educadores e psicopedagogos acreditam que a melhor forma de combater os significados sexuais das pulseiras de silicone é através da orientação às crianças e adolescentes, principalmente no âmbito escolar. No jogo, cada cor de pulseira tem um significado, que vai desde abraço ou beijo, até sexo. Quem tiver a pulseira arrebentada deve cumprir a tarefa com quem conseguiu tirá-la. O uso das pulseiras já virou caso de polícia no Paraná, no final do mês passado. Uma menina de 13 anos, de Londrina, foi violentada por quatro jovens, um deles maior de idade. Eles teriam obrigado a menina a cumprir atos sexuais relacionados à cor da pulseira que ela usava. A Tribuna entrevistou diretores, coordenadores pedagógicos e uma psicopedagoga das redes de ensino estadual e particular de Indaiatuba. Na opinião de todos os entrevistados, a melhor forma de evitar que crimes sexuais aconteçam é através da orientação. O diretor da Escola Estadual Annunziata Leonilda Virginelli Prado, Dorival Peromingo, conta que até hoje a escola não teve problemas relacionados ao uso das pulseiras. “Ainda não vi alunos nossos usando por isso não enfrentamos problemas, o que fazemos é não procurar comentar sobre o assunto para não despertar a curiosidade dos adolescentes”, conta. “Só tivemos um caso que uma mãe entrou em contato e disse que a filha estava começando a usar e que a proibiu, a escola não pode proibir mas trabalhamos isso com a orientação dos alunos e também nas reuniões de pais”, argumenta.


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