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Cidade ganhará verba para acessibilidade

A reestruturação da carga horária dos profissionais é importante porque, de acordo com Destefenni, muitos profissionais não cumpriam suas respectivas horas a serem trabalhadas. “Muito servidor que tinha que fazer seis horas por dia e repor horas em falta nos sábados não cumpria isso, as reposições em si mal aconteciam”, lembra. “Esta reestruturação vem para sanar isso”, conclui. A meta, de acordo com o plano de reestruturação que a Secretaria organiza, é que para cargas horárias de 20 horas semanais, o salário base gire em torno de R$ 4,6 mil e para carga de 40 horas por semana, este valor suba para cerca de R$ 10 mil. Segundo o secretário, a reestruturação segue as diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS) e do Pacto de Saúde. De acordo com Destefenni, até o momento, apenas quatro médicos não estão cumprindo com a carga horária estipulada pela Secretaria. O secretário afirma que todo o planejamento foi feito com bom senso e que o trabalho visa melhorar o atendimento público na cidade. “Em 2009, quando a carga horária não era seguida à risca, existiam três urologistas que juntos faziam 1.040 consultas e duas cirurgias por mês. Até hoje, em 2010, com apenas um urologista cumprindo a carga horária, temos 320 consultas e 30 procedimentos cirúrgicos”, exemplifica.


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