Indaiatuba

Prova do IBGE será no domingo

A Flytour Viagens e Turismo de Indaiatuba, que também lida bastante com viagens corporativas, também sofreu com a paralisação do tráfego aéreo europeu. Uma das consultoras da agência conta que teve quatro passageiros entre sexta-feira retrasada, dia 16, e terça-feira, dia 20, que não conseguiram voltar ao Brasil na data marcada. Todos retornaram entre quinta-feira, dia 22, e ontem, dia 23, mas acabaram ficando mais quatro ou cinco dias nos destinos, pagando hotel extra. Eles estavam na Alemanha e tiveram que ir para a Espanha ou para a França para conseguir embarcar. Os trajetos foram feitos de carro. Outra consultora business, Sônia Sgobetta, conta que tem um passageiro que até quinta-feira estava na Europa e não conseguia embarcar por conta do excesso de passageiros. “Tem muita gente tentando voo. Ele vai ter que mudar de companhia aérea e a viagem, que deveria ser no dia 17, vai acontecer apenas no dia 25”, relata. “Só estão operando os aeroportos de Lisboa, Madri e Roma, que têm no máximo dois voos por dia saindo para o Brasil. Muitas pessoas querem embarcar para pelo menos entrar na Europa e viajar por terra.” Sônia diz que três alemães que fizeram uma visita a uma empresa local não conseguiam retornar e um acabou indo para Roma e dois para Lisboa, depois de ficar em Indaiatuba por mais alguns dias. “Há voos, mas não se consegue lugares nos aviões. Nós paramos de vender, até porque não há passagem, além da preocupação das pessoas de que os voos não saiam”, explica. “Mas foi uma situação generalizada que mexeu com todos. Ainda esta semana estava tudo muito incerto, os aeroportos abriram, mas com restrições. Foi realmente um caos.” Até quinta-feira o tráfego aéreo europeu tinha si-do responsável pelo bloqueio de sete milhões de passageiros em terra.


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