Indaiatuba

Saae inaugura ETE na terça-feira

Nesta hora, segundo a advogada, foi constatado o primeiro erro do caso. Zanferrari diz que, de acordo com o segundo médico que atendeu a paciente, a lâmina com o resultado de sua biópsia foi trocada com a de uma paciente que estava com câncer de mama e que sua cliente não precisava ter passado por cirurgia e pelo tratamento, pois não tinha a doença. Para a advogada, além do laboratório que realizou os exames ter errado, o profissional que a atendeu primeiro foi negligente em não pedir exames complementares, não pedir uma revisão da primeira análise da lâmina e encaminhar sua cliente diretamente para a cirurgia e para o tratamento de uma doença que ela não tinha. “Toda esta história causou sequelas em minha cliente, ela ficou com cicatrizes enormes e vitalícias no seio e não consegue mexer o braço direito até hoje. Se ele tivesse pedido uma revisão, isso poderia ter sido evitado”, revela. O caso de indenização, aberto em 2008, corre na 3ª Vara Cível de Indaiatuba. A Tribuna chegou a entrar em contato com a advogada do segundo caso, porém, sua cliente não havia autorizado dar nenhuma declaração sobre o que de fato aconteceu para abrir o processo. A reportagem, mais uma vez, tentou entrar em contato com o médico através de seu consultório. Em todas elas, ele não podia atender e foi deixado um telefone de contato para ele retornar as ligações, o que não aconteceu até o fechamento da edição.


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