Caso Laurino: história de superação

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Caso Laurino: história de superação

Os servidores municipais declararam estado de greve. A decisão foi tomada em uma assembleia promovida pelo sindicato da categoria na sexta-feira, dia 30. De acordo com o órgão, cerca de 230 pessoas compareceram ao encontro, que culminou em uma passeata pelo centro da cidade, onde o aviso de paralisação foi aprovado por unanimidade. O documento seria protocolado na segunda-feira, dia 3, na Prefeitura. O sindicato chegou a protocolar na segunda-feira retrasada, dia 26, um pedido de reunião com o prefeito no prazo de 72 horas para começar as negociações referentes à pauta de reivindicações aprovada pela categoria, que inclui reajuste salarial e do vale alimentação, data-base e a questão do acompanhamento familiar. Segundo o órgão, não houve resposta da solicitação e por isso foi convocado o novo encontro, na sexta-feira. Os servidores se encontraram na antiga sede do Sindicato dos Metalúrgicos, na Rua 5 de Julho, e de lá realizaram passeata pelas ruas do Centro até a Praça Prudente de Moraes, onde fizeram a votação. Eles carregavam faixas pedindo a volta da data base e a retomada de direitos. “Seria importante que nos chamassem para negociar, mas enquanto não houver diálogo vamos continuar a fazer nossa parte”, diz a presidente do sindicato, Jaciara Lages Dutra Lima. Para Jaciara, a reunião, com cerca de 260 funcionários presentes, representando sete pastas da administração pública, foi “um sucesso”. “Votamos o comunicado de greve, que foi aprovado por unanimidade”, conta. “Por isso o informe do estado de greve da categoria será protocolado hoje (ontem) à tarde na Prefeitura. Se continuarmos sendo ignorados, a próxima ação será votar a efetiva paralisação.”


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