Indaiatuba

Hospital necessita de doações para banco de leite

A participação em uma passeata promovida pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Indaiatuba no último dia 30, até a Praça Prudente de Moraes, teria motivado uma “retaliação” contra alguns guardas municipais (GM). A informação é de servidores que preferem não se identificar e do Sindicato, que acusa a Prefeitura de assédio moral. De acordo com a presidente do Sindicato, Jaciara Lages Dutra Lima, antes de o movimento ter início através do órgão, a Associação dos Guardas Municipais de Indaiatuba já tinha protocolado na administração municipal um documento pedindo reajuste salarial e do vale alimentação. “Estamos juntos na luta. Mas aqueles que participaram da passeata, ou que são lideranças dentro da corporação, foram mudados de postos e colocados para trabalhar na rua a pé”, diz. Ela relata ainda que o secretário de Administração, Núncio Lobo Costa, e a de Educação, Rita Trasferetti, estariam passando em todas as escolas para conversar com os servidores desde quarta-feira, dia 5. “Isso é assédio moral, mas não vai resolver”, diz. De acordo com um servidor da área, cinco GMs teriam sido punidos, sendo que quatro deles foram escalados para transcorrer a pé a extensão da Avenida Francisco de Paula Leite, no período das 9h às 17 horas, de segunda a sexta-feira. Outro foi transferido de turno da manhã para a noite em uma unidade de Saúde, já que apresentou atestado médico informando que não poderia receber luz solar por um período prolongado. Os servidores teriam sido filmados enquanto participavam da passeata e afirmam que o diretor da GM, Adevaldo Rodrigues dos Santos, “deixou claro o motivo da retaliação”. Eles pretendem protocolar uma representação no Ministério Público (MP). “Os crimes acontecendo com os marginais usando carro e motos e a GM de sola no chão”, argumenta.


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