Indaiatuba

Eleitor pode solicitar 2ª via do título até dia 23

O baixo número de leitos reservados para a UTI de Indaiatuba foi sentido pela família do jovem Joel Vicente da Silva Júnior, que faleceu no último domingo, dia 23, e cuja história foi retratada pela Tribuna desde o final do ano passado. De acordo com a tia de Joel, a secretária Márcia Valéria Trevisan, de 39 anos, a família tentou durante uma semana inteira a transferência da UTI do Hospital Madre Theodora, em Campinas, para uma vaga na UTI do Haoc. “Disseram que não tinha vaga mas também disseram que não tinha oncologista, o que não era necessário, já que o tratamento dele era paliativo, além disso informaram que não tinham um aparelho de dosagem de morfina”, declara. “Queríamos a transferência porque os médicos já diziam que nada poderia ser feito e gostaríamos que ele falecesse na cidade em que viveu”, expõe. De acordo com o diretor superintendente do Haoc, Renato Sargo, Joel não foi paciente do hospital, ele foi operado no Hospital Santa Ignês e logo após, foi transferido para Campinas, no Hospital Madre Theodora, que é um hospital especialista em oncologia. Segundo o diretor, neste hospital existe uma estrutura e especialistas para o tratamento adequado. O diretor do hospital ainda complementa que o Haoc ainda não é um hospital especialista nesta área, mas que em breve será. Sargo afirma ainda que existe um protocolo no Conselho Regional de Medicina (CRM) que diz que não se pode transferir pacientes de um hospital para outro se não houver o mesmo ou melhor tratamento recebido no hospital anterior.


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