Indaiatuba

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A Viação Guaianazes e a Prefeitura responderam ao ofício do Ministério Público (MP) de Indaiatuba em relação à abertura de inquérito civil no caso do funcionamento do Bilhete Único no transporte público. Os documentos estão sob análise do promotor Fernando Góes Grosso, que determinará o prosseguimento ou não das investigações. O inquérito pretende apurar uma “falha” do sistema do Bilhete Único e foi aberto no dia 9 de junho. A Tribuna revelou o problema em maio. Na reportagem, foi constatado que o sistema trabalha de forma diferente do divulgado pela empresa durante a apresentação do projeto. A Tribuna fez o teste e comprovou que a integração não funciona como o informado pela empresa desde seu lançamento. Segundo a Guaianazes informava, o bilhete único era validado assim que o usuário embarcava em um segundo ônibus em até 15 minutos depois do desembarque no primeiro coletivo. Porém, a reportagem fez o teste conforme a informação da empresa e a integração não foi validada. Na verdade, o bilhete único só é validado se o usuário utilizar um segundo circular 35 minutos depois do embarque no primeiro carro. O inquérito civil foi então aberto pelo promotor Fernando Góes Grosso, da Promotoria de Defesa do Consumidor. O representante do MP acredita que a denúncia mostra que, com a mudança, o principal afetado é o usuário. No texto de abertura do inquérito, Grosso diz que a denúncia feita pelo jornal “modifica e muito” as regras do Bilhete Único, atingindo principalmente o usuário do transporte público coletivo de Indaiatuba.


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