Indaiatuba

Vereadores retomarão sessões da Câmara nesta segunda-feira

Indaiatuba está sem chu-vas desde o dia 16 de julho. São 36 dias de seca e a previsão é de que só volte a chover no mês de setembro. O índice pluviométrico no Município é medido pelo Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae), que armazena os dados referentes ao volume de chuvas desde 1988. Apesar da estiagem, a situação dos rios que a-bastecem a cidade, por enquanto, é estável. A última vez que choveu em Indaiatuba, segundo o Saae, foi no dia 16 do mês passado. A estimativa da autarquia é de que volte a chover em setembro. A previsão é baseada nos registros anuais feitos pelo Saae desde 1988, que apontam que o mês de agosto tem o menor índice de chuvas, com 26,69 mililitros. Mesmo com a estiagem, o Saae garante que a situação dos mananciais - o Rio Capivari-Mirim (Zona Norte) e o Ribeirão Piraí (Zona Sul) - que abastecem a cidade é estável, e só deve começar a preocupar caso não chova por mais 30 dias. De acordo com o diretor de Tratamento e Manutenção do Saae, João Binelli, se a estiagem se estender por mais um mês, a autarquia poderá dar início ao sistema de abertura programada de várias represas particulares que existem no perímetro rural do Município. “As represas acumulam grandes volumes de água e são alternativas para suprir as necessidades de captação para o abastecimento da população”, explica. Mas, conforme apontam os registros pluviométricos, o uso da água dessas represas não deve acontecer, já que existe a tendência de que as chuvas voltem a cair em setembro e, com maior intensidade em outubro. Além das medidas que podem ser tomadas pela autarquia, Binelli revela que a população também pode ajudar a fazer com que um possível racionamento de água não aconteça. Para isso, o diretor sugere que as pessoas evitem o desperdício e usem a água de forma racional. “Nesse sentido, é aconselhável evitar banhos demorados, fechar a torneira enquanto se escova os dentes, ao fazer a barba ou lavar a louça, reunir peças de roupas para evitar usar a máquina de lavar desnecessariamente, usar um balde ao lavar a calçada ou o carro, ao invés do esguicho”, ensina. Outra atitude aconselhada pelo diretor é a de conferir o consumo de água descrito na conta mensal. Binelli revela que, caso ocorra um excesso, existe a possibilidade de que esteja acontecendo um vazamento dentro do imóvel. Como essa água se infiltra no subsolo, a constatação do vazamento é mais difícil.


Fonte:


Notícias relevantes: