Indaiatuba

Programação Cinema - até dia 3 de março

Um pintor morreu após cair de cinco metros de um prédio em construção em que prestava serviços para uma empresa terceirizada. Oswaldo Dutra Viana, 61 anos, estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Augusto de Oliveira Camargo (Haoc), mas não resistiu aos ferimentos e faleceu na madrugada de domingo, dia 15. De acordo com informações do filho do pintor, o supervisor Michael Douglas Santos Costa Viana, de 36 anos, seu pai era funcionário da empresa terceirizada Indaiá Tintas, e sofreu a queda quando executava o trabalho de pintura no edifício em fase final de construção no Jardim América, pertencente à Hcon Engenharia. O acidente aconteceu por volta das 14h30 do dia 26 de julho, quando Oswaldo caiu de uma altura de cerca de 5 metros. A vítima não usava equipamentos de proteção individual (EPI) ou outros tipos de proteção, como cinto de segurança. No local, não estavam presentes engenheiros de obra ou técnico em segurança. O pintor foi socorrido pela Unidade de Resgate do Corpo de Bombeiros e levado ao pronto-socorro do Haoc, onde permaneceu internado até o último dia 6. Segundo a esposa da vítima, Hilta Santos Costa Viana, de 64 anos, o marido obteve alta sem as mínimas condições. “Ele não conseguia andar, precisava receber alimentação via sonda e usava fralda geriátrica”, relata. Após quatro dias em casa, Oswaldo precisou retornar ao Haoc na terça-feira, dia 10. Devido à complicações, foi encaminhado à UTI, onde morreu às 2 horas de domingo, dia 15. O corpo do pintor passou por exames necroscópicos no Serviço de Verificação de Óbito (SVO), que atestou pneumonia lombar bilateral, lesões encefálicas e trauma crânio-encefálico por agente contundente. O sepultamento ocorreu na segunda-feira, dia 16, no Cemitério Municipal Parque dos Indaiás. O diretor geral do Haoc, Edmir Deberaldini, declara através da assessoria de imprensa, que a alta hospi-talar é uma responsabilidade médica. “A administração não interfere nesta con-duta, o profissional avaliou e considerou o paciente em condições de ser cuidado em casa”, informa.


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