Indaiatuba

Grupo protesta contra homofobia em bar da cidade

Indignação com Hospital Dia Olá Silvia, sou leitor assíduo da sua coluna. Está realmente de parabéns. Querida, uma pessoa de minha família precisa fazer uma operação com urgência de hemorroida, pois o estado da doença está avançado. A pessoa procurou o pronto-socorro e o médico pediu para ela ir num clínico geral e este deu encaminhamento com urgência para passar num proctologista no Hospital Dia. No dia seguinte ela foi marcar a consulta e explicou o caso para a enfermeira-chefe do Hospital Dia. Esta informou que só terá consulta para o dia 6 de outubro, mesmo sendo caso de cirurgia urgente, e que depois da consulta seria agendada uma data para a operação. A enfermeira falou para pessoa ir passando no pronto-socorro até a data da consulta. Nesses casos como fica a situação de uma pessoa que necessita urgente de uma operação e depende do SUS? Vai ficar sofrendo até quando? Muitos cidadãos indaiatubanos sofrem na espera por uma cirurgia. E nossos direitos? Vamos morrer em filas de hospital aguardando consultas e cirurgias? E ainda tem políticos que dizem que fizeram isso e aquilo pela saúde da população indaiatubana. Onde? Grato, Alan Tavos R: Caro Alan, obrigada pelo elogio. Seu e-mail traduz bem o atendimento na saúde pública daqui. A cidade cresceu e precisa de mais profissionais – mas que sejam devidamente bem remunerados. Como é caso de urgência, a enfermeira-chefe deve reavaliar o caso para imediata cirurgia. Abraços. Campo da Vila Avaí Silvia, como sempre nossa representante, muito grata pelo espaço. Gostaria de registrar mais uma queixa sobre os rojões nos jogos na Vila Avaí. Isso já é assunto para a polícia resolver. Não está havendo campeonato, e os rojões estão sendo soltos às 8h de domingo e nós da vizinhança percebemos que estamos sendo provocados por publicar na sua coluna nossa indignação. Será que essas pessoas não têm pai e mãe dando educação? Onde está o representante do bairro que mandou aquela carta “bonita” para você? Meu pai está doente, na cama e o barulho o incomoda. E como fica a Clínica de Repouso ao lado? Onde está o respeito? Senhor Maurício Baroni, por favor, como secretário de Esportes está na hora de acabar com isso. Ou é outro departamento? Ou sempre é a nossa querida Silvia outra vez nos ajudando? Até quando? Maria Inês Machado de Almeida R: Oi querida, obrigada por tudo. Acho que estão mesmo fazendo provocações com os vizinhos. Espero que a Secretaria de Esportes e a Guarda Municipal se mobilizem para impedir a balbúrdia. Sim, porque nem jogo está tendo! Sou solidária. Abraços. Carinhas sorridentes Cara Silvia, que falta você faz para nós, que nos tornamos mudos durante suas férias, mas você merece o descanso. Permita-me mais um comentário, dos vários que você tem publicado em sua coluna, que trata das próximas eleições. Acho maravilhoso ver aquelas carinhas sorridentes dos candidatos a um cargo eletivo em outdoors, “santinhos”, na TV, etc. Não sei se estão rindo para nós ou de nós. Temos candidatos para todos os gostos: cantores, humoristas, apresentadores, várias profissões, liberais, palhaços, ops... acho que estes somos nós que, para termos parâmetros para escolher alguém, assistimos aos horários políticos, para não sermos chamados de alienados e os vemos profissionais da política pára-quedistas, que não sabem o que estão fazendo ali ou que fazem as mesmas promessas que não serão cumpridas. Enfim, é o caos. Está realmente muito difícil encontrarmos um idealista, alguém comprometido com os problemas do povo. Talvez se não tivessem a altíssima remuneração que têm e os que almejam ter, se eleitos, pois, só isso justificaria empenhar grandes somas na campanha. Se não houvesse um grande lucro depois haja vista que, se fosse para ganhar uma simples ajuda de custo ou um salário mínimo será que concorreriam ou iriam “ lutar” tanto por nós? Que a misericórdia divina proteja nossa nação. Um grande abraço e que Deus a abençoe. Antonio Fernando Losete R: Oi caro Antonio, agradeço o carinho e assino embaixo. Você disse tudo. “Investem” alto na campanha para compensar depois. E não só apenas com salários gordos e mordomias enormes. Ganham um “por fora” para votar (ou não) em determinadas propostas. Mas nada de generalizar: alguns poucos são honestos. Abraços.


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