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Apeoesp é contrária a divisão de férias dos professores estaduais

A Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), em nota oficial à imprensa, classificou a greve dos bancários como “um ato de radicalização”. Na mesma nota, a federação acusa o sindicato de ter abandonado a mesa de negociações. Segundo a Fenaban, o órgão garantiu a reposição da inflação a fim de negociar o aumento real do salário e acrescentou que a entidade e os bancos manifestam a intenção de adotar todas as medidas legais cabíveis e necessárias para garantir o acesso e o atendimento da população nas agências e postos bancários. Na nota divulgada, a Fenaban aceita discutir o reajuste real dos salários e demais benefícios da convenção coletiva, inclusive a participação nos lucros e resultados, mas não pode aceitar um índice exagerado como o pleiteado pelos sindicatos que, segundo a federação, nos últimos anos, tem recorrido à tática de interromper o diálogo, sem tentar uma aproximação de números na mesa de negociações. De acordo com a Fenaban, os bancários vêm recebendo aumento real, acima da inflação, todos os anos, desde 2004, contam com convenção coletiva de trabalho e garantia de Participação nos Lucros e Resultados (PLR). Além disso, possuem também “ampla” lista de benefícios, incluindo a menor jornada de trabalho do país, 30 horas semanais.


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