Indaiatuba

Gaeco cobra lacração de bares locais

Segundo a diretoria, o clube tinha um contrato verbal com Guerreiro para ambos arcarem com despesas do jogador. Entre os compromissos, o agente deveria pagar o Fundo de Garantia do atleta, o que não estava acontecendo. Por não ter nenhum contrato assinado com o Primavera, o agente foi até a Justiça do Trabalho, informou que o clube não estava depositando o Fundo de Garantia e conseguiu a liberação do atleta.


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