Indaiatuba

Marcha para Jesus acontece na quarta-feira

A Polícia Civil do Estado realizou uma operação policial em Indaiatuba na última terça-feira, dia 26. Intitulada Operação Primavera, a ação cumpriu mandados de busca e apreensão, porém, no final da tarde, sete pessoas foram liberadas por conta da Lei Eleitoral, que diz que nos cinco dias que antecedem as eleições nenhum eleitor pode ser detido ou preso, a não ser em situações de flagrantes. Um dos que ficaram presos por prisão administrativa não possuía título de eleitor e nunca havia votado em sua vida, ficando desta forma sem o compromisso de votar. Outro detido era um funcionário dos Correios, também por prisão administrativa, mas que provocou uma confusão no Plantão Policial da Delegacia Central e, por determinação judicial, acabou sendo internado em uma clínica da cidade. O carteiro agrediu o pai, que estava tentando acalmá-lo e na Delegacia Central teria feito o mesmo contra policiais civis. A Operação Primavera também aconteceu nas cidades de Paulínia, Valinhos, Vinhedo, totalizando 61 prisões. Em entrevista coletiva, o delegado seccional de Campinas, José Carneiro Campos Rolim Neto, lamentou que os presos foram soltos atendendo à legislação eleitoral, o que prejudica o trabalho da polícia. “Somente em Campinas foram 33 pessoas presas na Operação Primavera e alguns deles chegaram a ser reconhecidos pelas vítimas”, destacou o delegado. Em Sumaré, Eder Gustavo Reis, conhecido como Xis, também foi preso durante a operação no Bairro Dall’Or-to, mas foi liberado por causa da Lei Eleitoral. Procurado pela Polícia Federal do Paraná, Xis faz parte de um bando envolvido com o tráfico internacional na fronteira com o Paraguai.


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