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Prefeitura distribui formulários do Passe-Bolsa para estudantes

Danos em meio a vias públicas causadas pela grande circulação de veículos são bastante comuns na cidade. Porém, buracos formados entre a via e calçada é o que têm prejudicado quem convive com o problema na área central. Esta semana, a Tribuna recebeu reclamações de comerciantes da Rua 13 de Maio, que estão incomodados com “crateras” deixadas há mais de três anos nas sarjetas. A situação prejudica principalmente motoristas que tentam estacionar na via. Os danos no asfalto estão localizados na altura do número 357, trecho de grande circulação e parada de veículos. Devido à profundidade dos buracos, muitos carros acabam atolados, e além das rodas, a parte interna da lataria do veículo acaba danificada. Comerciantes locais afirmam que clientes já estragaram rodas e estouraram pneus de seus carros ao estacionar os veículos. “Cheguei a entalar no primeiro buraco, mas logo que vi o próximo desviei. Isso é uma pouca vergonha da Prefeitura com a população”, reclama o aposentado Valter Gomes de Almeida, de 72 anos. A maioria dos motoristas que tenta estacionar acaba não vendo os buracos, que sempre estão encobertos por água da chuva. A água parada ainda contribui com a degradação do asfalto. “Vieram jogar um material esses dias, deixaram com terra e passaram uma camada fina de asfalto o que deve estragar novamente”, acredita o comerciante Dorival José da Silvas, de 54 anos, que aponta o recente declínio do recapeamento feito. Segundo ele, há poucos meses, a Secretaria de Obras e Vias Públicas fez a manutenção de apenas um dos buracos, porém, acabou deixando outros dois pontos próximos. “Quanto mais tempo eles demoram, vai piorando a situação”, reforça. Os populares explicam que a situação se estende há mais de dois anos, após obras de conserto na tubulação feitas pelo Serviço Autônomo de Água e Esgoto em 2008. “De lá para cá, a gente sempre liga reclamando, mas nada resolve. Já cheguei a fazer cimento para tapar os buracos deixados”, conta o comerciante Valdemar Nonato Coelho, de 54 anos.


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