Indaiatuba

Menino agredido no Japão volta a morar com a mãe

Cine Gostaria de relatar um fato curioso e pitoresco, para uma cidade que quer 200 mil habitantes, mas funciona como uma de 10 mil. No sábado, dia 30 de outubro, nos dirigimos ao Cine Center, na sessão das 19h para assistir ao filme Comer, Rezar e Amar. Para nossa surpresa, assim que entramos no shopping, fomos abordados por um segurança que nos perguntou se íamos ao cinema. Com a nossa resposta, ele se desculpou e disse que não haveria sessão pois a moça da bilheteria passou mal e não tinha quem vendesse bilhetes e ainda informava que no dia seguinte, como teríamos eleições, não haveria sessão (sendo que a sessão das 19h se daria pós-eleição). Pergunto: Que cidade é essa que o cinema não funciona sábado e domingo? Não contente, me dirigi ao Cine Topázio para reclamar e lá fui esclarecida pelo Guerino que o cinema não é mais deles, eles só “emprestam” o filme para ser passado. Fiquei tranquila ao saber que a família Lui não tem nada a ver com o Cine Center. Achei um absurdo! Um grande beijo. Cecília Luchesi R: Oi Cecília, claro que a família Lui não é disso. Os atuais responsáveis pelo Cine Center precisam melhorar seu atendimento. Beijos. Saae A Associação dos Moradores Recanto Campestre de Viracopos, em nome de seus moradores, parabeniza o prefeito Reinaldo Nogueira pelo início das obras do Saae, instalando água na região de Viracopos. Agradece devido ao elevado grau de benfeitoria social que tal medida representa, visto que, certamente, diminuirão sensivelmente os casos de saúde pública. Espera, contudo, que dê prosseguimento acelerando esta obra prioritária para todas as glebas do Recanto de Viracopos. Hildemar Bertuolo, presidente R: Também parabenizo a iniciativa, lembrando que Indaiatuba prevê tratar 100% de seu esgoto em breve. Abraços. Aulas de política Primeiramente venho parabenizar toda equipe da Tribuna pelo brilhantismo e profissionalismo para com a realização das matérias para nós leitores assíduos. Venho tecer alguns comentários à jornalista Silvia Bolívar, sobre a matéria do último domingo 14 de novembro realizada pelo jornalista Natan Dias, no Correio Popular, de Campinas, sobre a aprovação da Câmara de Campinas de inclusão da formação política dentro das salas de aula. Acho que ensinar política é uma faca de dois gumes. Primeiro, porque se o professor vier munido de verdades, o resultado será ainda pior. Isso é o que vemos em muitas universidades, por exemplo, em que professores fazem a cabeça politicamente dos alunos e o resultado é um monte de engajado sem o menor senso crítico. Outro risco, a exemplo do que acontece nas universidades, é o aparelhamento político delas por partidos, a maioria nanicos, que são profissionais em manipular a força jovem em prol de razões nobres, mas o que querem, na sua maioria, é fazer massa para barganhar poder, igualzinho aos partidos historicamente corruptos que fazem isso em grande escala. Imaginem se os prefeitos que se acham supostos reis do mundo e da política não vão indicar ou delicadamente solicitar aos diretores de escolas para colocarem seus homens de confiança para arrebanharem novos seguidores. Acho que ensinar filosofia seria bem melhor e mais útil para nossos filhos, sem esse papo de essa linha é melhor ou pior, isso é certo ou errado, essa ética é a boa e essa ética é a ruim. Abraços e ótima semana. Ricardo Rangel de Oliveira, Conselheiro do Instituto Paulo Kobayashi R: Caro Ricardo, de fato, vendo por esse prisma, é um risco. Me lembra – às avessas – as temíveis aulas de “Moral e Cívica” impostas na ditadura militar. Por outro lado, seria bom mostrar às crianças que o governo não é “alguém” e sim nós mesmos, que elegemos representantes. É preciso que entendam que o voto é nossa arma contra uma máfia de políticos pilantras que só representam a si mesmos. Abração. Sobre o Enem Sílvia, no final do seu comentário você pergunta “como fica a cabeça da garotada?”. Eu, como bom entendedor do que está acontecendo, tomarei a liberdade de responder. Diria que os 0,05% da garotada que de alguma forma foi prejudicada ficará bem, desde que não comprem de alguns meios de comunicação a catástrofe que querem nos impor. Num universo de mais de 3 milhões de alunos, com ínfimos 0,05 % de problema, qualquer matemático diria que obteve-se grande sucesso, ou não? Dão Ferreira R: Será que somos catastrofistas, como disse uma vez o então presidente Fernando Henrique? Ou escrevemos sobre o que apuramos? Se formos pensar em termos percentuais, o Enem deste ano foi bom. Mas é o segundo ano com problemas e a solução pode ser a que o ministro Haddad sugeriu: mais provas distribuídas em vários turnos. Vamos torcer para a garotada. Abraços.


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