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No dia 10, após o procedimento, o quadro do pai de Rita começou a piorar. “Meu pai começou a ter uns ataques parecidos com convulsão, mas que não eram convulsão. Então, os médicos o levaram para a UTI (Unidade de Terapia Intensiva)”, relembra. Costa ficou apenas um dia na unidade intensiva e foi levado novamente para o quarto. No dia 13, após a realização de novos exames, os médicos constataram que o ajudante estava com meningite, levando o paciente para o setor de isolamento, onde ficou por dois dias. No dia 16, com a meningite controlada e com a família já medicada para o controle de uma possível contaminação, Costa voltou para o quarto. No dia 19, com uma nova infecção, que segundo a esposa, a dona de casa Francisca Maria da Costa, de 68 anos, aconteceu na pele, o paciente foi colocado novamente no quarto de isolamento, onde faleceu. “O médico disse que ele estava com uma infecção na pele e que teríamos que entrar no quarto com luvas”, conta. Rita questiona a internação de seu pai no quarto de isolamento pela primeira vez. De acordo com ela, a equipe médica havia informado à família que a meningite contraída por Costa não era contagiosa. “O médico disse para nós que a meningite dele não era daquelas contagiosas. Se não era, por quê colocaram ele no isolamento?”, reclama.


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