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Reportagem vivencia problemas no transporte

O lançamento nacional da semana é Jackass em 3D, inspirado no programa exibido pela MTV entre 2000 e 2001, e tirado do ar porque, apesar do alerta exibido no fim, os espectadores insistiam em repetir as “proezas” da trupe. Johnny Knoxville, Steve O e companhia tiveram uma sobrevida no cinema com o longa lançado em 2002, que obteve relativo sucesso. Foram necessários oito anos e o desenvolvimento da tecnologia 3D para que eles chegassem ao segundo filme, que foi líder de bilheteria nos EUA. Não é cinema no sentido estrito do termo, já que não tem história e sequer dá para classificar como documentário. É uma sucessão de gags insanas e escatológicas em que os integrantes saltam de jet ski no seco, são chifrados por touros, são atingidos por fezes voadoras, encaram coquetel de suor ou fazem bungee jumping dentro de um banheiro público. Quem adora Pânico na TV e as Pegadinhas do Faustão vai se divertir. Mas o surpreendente é que, em meio à sucessão de idiotices, a tecnologia 3D não é, como em boa parte das superproduções que embarcaram na moda este ano, um preciosismo. Muita gente tem considerado este Jackass como a melhor produção tridimensional depois de Avatar, tanto na qualidade como na utilização. Enquanto em muitos casos, o 3D não tem muita função – caso de Toy Story 3 – ou é malfeito – como Fúria de Titãs – neste caso, ele ajuda a fazer parte dos desafios doloridos e nojentos vividos pelos protagonistas. Como nos velhos tempos dos óculos verde e vermelho, eles não tem vergonha de jogar coisas – bolas, vômitos e outros – na direção da tela. Preste atenção na abertura e no encerramento, que são consideradas as melhores coisas do filme.


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