Indaiatuba

Concurso público do Saae teve mais de 2,5 mil inscrições

Segundo Falchioni, o próprio MEC está “confuso” com tudo o que aconteceu durante a realização das provas do Enem. “Você liga na Central de Atendimento do Enem e percebe que os próprios atendentes estão desinformados, perdidos”, conta. “Isso faz com que os próprios alunos fiquem vendidos, sem saber o que fazer. Acredito que muitos desses estudantes que estão se sentindo prejudicados vão entrar com um processo contra o MEC.” Sobre a possibilidade de cancelamento de todas as provas, o proprietário da empresa que oferece o curso preparatório entende que a atitude seria errada, já que o MEC considera que um número pequeno de alunos foi prejudicado. Professor de química do Colégio Objetivo Indaiatuba, Carlos Henrique Albrecht entende que os estudantes que vão prestar o exame novamente devem seguir as mesmas recomendações utilizadas na primeira prova. “Como o MEC possui um banco de dados com questões fáceis, médias e difíceis, a prova tende a ser parecida com a primeira. Por isso, os alunos devem se atentar para as questões sobre conhecimentos ambientais e energéticos, temas bastante abordados nas provas dos anos anteriores”, informa. Professor de mais de mil alunos nas cidades de Salto, Itu, Tatuí e Indaiatuba, Albrecht revela que apenas um aluno que estuda no período noturno do Colégio Objetivo afirmou que pegou uma prova errada e terá de fazer a avaliação pela segunda vez. Ao falar sobre o Enem, o professor considera que o exame é o “mais justo” do Brasil, pois contempla todos os alunos e mantém o grau de dificuldade.


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