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Saae suspende homologação de concurso

Todd Philips é o novo Judd Apatow. Assim como o segundo foi para o primeiro time e imprimiu seu estilo após O Virgem de 40 Anos (mais como produtor), o primeiro virou sensação a partir de Se Beber, não Case, no ano passado, e repete a dose em Um Parto de Viagem. Peter é um arquiteto estressado em uma viagem de negócios, que está prestes a se tornar pai. Sua vida aparentemente normal se transforma quando cruza com o desencanado e aspirante a ator Ethan. Graças a um mal-entendido, os dois são colocados na lista de pessoas proibidas de voar. Após perder os seus documentos, Peter se vê obrigado a aceitar uma carona oferecida por Ethan de volta para Los Angeles, sendo esta a única chance que tem de chegar em casa a tempo para ver o nascimento de seu primogênito. Só que os acontecimentos na viagem vão levar sua paciência e sanidade ao limite. O argumento lembra Antes só do que mal acompanhado, que Jonh Hughes faz com Steve Martin e o falecido John Candy em 1987: um cara normal é obrigado a ter como parceiro de viagem um sujeito insano e juntos passam por diversas situações hilárias. A dupla no caso é Robert Downey Jr. (Homem de Ferro) e Zach Galifianakis, revelado justamente em Se beber, não case. Parece que Philips quer fazer dele um novo John Belushi. As comédias desse grande comediante, morto precocemente em 1982, parecem ser o modelo do humor do diretor, em especial os clássicos Clube dos Cafajestes e Os Irmãos Cara de Pau. São filmes do universo masculino, em que as mulheres são meros acessórios e a vida é álcool, drogas e rock-and-roll. Uma banana para o politicamente correto. O filme ainda conta com participações especiais de Jamie Foxx (Colateral), Juliette Lewis (Assassinos por Natureza), Michelle Monaghan (Missão: Impossível 3) e Danny McBride (Antes só do que mal casado).


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