Indaiatuba

Obras do boulevard tem poucos funcionários e gera reclamação

Mesmo sem as modificações sugeridas pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Indaiatuba, Professores (Apeoesp) e pela Associação da Guarda Municipal de Indaiatuba, a Secretaria Municipal da Administração, responsável pela idealização do documento, protocolou na manhã de hoje, dia 6, o projeto de lei que institui a reestruturação dos cargos e salários dos mais de quatro mil funcionários públicos do Município. Com a chegada do documento, existe a possibilidade de que a votação do projeto aconteça em uma sessão extraordinária que deve acontecer nesta sexta-feira, dia 10. Porém, até o fechamento desta edição a convocação para esta possível sessão ainda não havia sido feita. Os vereadores consultados pela reportagem da Tribuna afirmaram que ainda não haviam sido notificados sobre qualquer convocação extraordinária. Na sexta-feira, dia 3, em uma reunião realizada no Paço Municipal, os sindicalistas e o secretário de Administração, Núncio Lobo Costa, discutiram possíveis alterações no projeto. Por parte dos servidores, as principais reivindicações tratam da manutenção da licença-prêmio, as regras para a progressão horizontal e vertical, e a definição dos padrões para o pagamento das horas extras e o banco de horas. Presidente do Sindicato dos Servidores, Jaciara Lages Dutra Lima entende que o projeto não pode ser aprovado da forma como está, pois precisa definir as questões mencionadas. “Continuamos defendendo que o projeto não atende a todas as necessidades dos servidores. A licença-prêmio foi uma conquista da categoria que não pode ser retirada”, defende. “A progressão, tanto vertical quanto horizontal, precisam de uma regra definida para que o servidor saiba se isso vai acontecer. O funcionalismo não pode depender do fluxo de caixa da Prefeitura para saber se vai ter ou benefício. Também entendemos que a questão das horas extras e do banco de horas precisa ser melhor definida”, completa a sindicalista. Sobre as horas extras, os sindicalistas questionam a falta de uma definição do projeto que não diz qual o limite de horas que o servidor vai receber e quantas serão colocadas no banco de horas. O presidente da Associação da Guarda Municipal, Aluisio José Galvão dos Santos, revela que todas as questões foram debatidas durante a reunião de sexta-feira e que o secretário de Administração se comprometeu a estudar as possíveis alterações. Mas como o projeto já está na Câmara, as modificações não foram feitas.


Fonte:


Notícias relevantes: