Indaiatuba

Aposentado consegue liminar para tratamento em Indaiatuba

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais e a Associação Paulista de Medicina (APM) de Indaiatuba, representados pelo departamento jurídico da APM entraram, na tarde de quinta-feira, dia 13, com um pedido de medida cautelar para anular o termo de adesão feito pela Prefeitura, para que os funcionários públicos pudessem aderir ao plano de cargos e salários implantado pelo município desde o dia 15 de dezembro do ano passado. Para o presidente da APM, o médico Francisco Carlos Ruiz e a secretária geral do Sindicato dos Servidores, Estefânia Vieira Pachelli de Moraes, os funcionários públicos foram coagidos a assinar o termo, já que o Executivo afirmou repetidas vezes que os servidores que não assinassem o documento não iriam receber o dissídio salarial que foi pago no dia 20 de dezembro. Em uma entrevista coletiva realizada na tarde de quinta-feira, dia 13, na sede da APM de Indaiatuba, o presidente da associação que representa os médicos da cidade afirmou que a administração municipal agiu de forma errada na condução das negociações que antecederam a aprovação do projeto e também ao coagir os funcionários para que estes assinassem o termo. “Além do Executivo não ter nos procurado para apresentar e discutir o projeto, o que acho mais grave foi a forma como ocorreu a adesão. Dar apenas dois dias para que os funcionários pudessem estudar o projeto da reestruturação e depois assinassem o termo de adesão não é algo que nós concordamos”, cita. “Falar para os funcionários que se eles não assinassem o termo em dois dias não iriam receber o dissídio fez com que as pessoas ficassem ansiosas”, conclui o médico.


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