Indaiatuba

Mutirão de vacinação tem início amanhã

Na noite de sábado a chuva intensa fez o rio Capivari-Mirim subir tanto que encobriu a ruída ponte da Paulo de Tarso Martins, dando a impressão que o que restava da precária ponte havia ido embora. Não foi, mas por pouco. As obras para asfaltar o trecho continuam a todo vapor. O objetivo é colocar guias e escoadouro de águas pluviais para evitar que a enxurrada destrua as cabeceiras da ponte. Depois que as pontes de Helvetia ruíram, em fevereiro de 2003, após uma chuva jamais vista em 50 anos (280mm – índice igual ao de dois meses de chuva no verão), a da Serra D’Água foi a que mais demorou para ser refeita, principalmente por ser divisa com Campinas. Depois de pronta, foi reinaugurada com pompa pela então prefeita Izalene (PT, Campinas) e Reinaldo Nogueira (PDT). Era uma gambiarra, algo provisório, feito com grossas toras de madeira e terra compactada. Uma estrutura de metal iria ser instalada mais tarde. Nunca foi. Entretanto, a gambiarra até poderia ter aguentado mais. O problema foi que na primeira semana do governo de José Onério aqui em Indaiatuba houve a surpresa da instalação de pedágios de bloqueios nos bairros Helvetia e Jardim Brasil por parte da Rodovias das Colinas. Os caminhões, que já fugiam da balança na Santos Dumont (por excesso de peso, é claro), passaram todos a usar a Paulo de Tarso Martins, assim como vans, veículos de outras cidades e ônibus em geral. Ou seja, a ponte “provisória passou a receber um trânsito dez vezes acima do previsto. Deu no que deu.


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