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Partidos têm até dia 6 para prestar contas

Quem fez transfusão de sangue e tatuagem há menos de um ano ou cirurgias de colecistectomia, histerectomia, nefrectomia, redução de fraturas, politraumatismos sem sequelas graves, tireoidectomia e colectomia nos últimos seis meses não pode doar. Segundo o Ministério da Saúde existem oito situações em que as pessoas estão impedidas, de forma definitiva, de ser um doador. Ter tido hepatite após os dez anos de idade; malária em qualquer período; usar drogas ilícitas injetáveis e apresentar evidência clínica ou laboratorial de doenças transmissíveis pelo sangue como hepatites B e C, Aids, doenças associadas com o vírus HTLV 1 e 2 e a doença de chagas. Para as pessoas aptas a doar sangue, a recomendação do Ministério é que os homens façam um intervalo de três meses entre uma doação e outra (quatro vezes por ano), enquanto as mulheres precisam esperar quatro meses (três doações por ano). Dentre as recomendações aos doadores, o Ministério da Saúde pede que as pessoas interessadas sejam sinceras ao responder as perguntas do questionário que antecede a doação e que nunca procure fazer uma doação se o objetivo for fazer um exame para atestar a Aids. Neste caso é recomendado que o interessado busque um centro de testagem anônima e gratuita. Após doar sangue é recomendado que a pessoa evite fazer exercícios físicos exagerados por pelo menos 12 horas, aumente a ingestão de líquidos, não fume por pelo menos duas horas, não consuma bebidas alcoólicas por 12 horas, mantenha o curativo no local da punção por quatro horas, não dirija veículos de grande porte, trabalhe em andaimes e pratique paraquedismo ou mergulho no dia.


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