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Juíza condena poluição e avalia trabalho como ‘fantástico’

Além da questão salarial, o sindicato quer usar as discussões da data-base para voltar a tratar de assuntos que, segundo sua diretoria, não foram esclarecidos ou acertados durante as negociações que antecederam a reestruturação. De acordo com a própria presidente do sindicato, o valor de R$ 200 para o cartão-cesta, que ela quer que seja distribuído para todos os servidores, é um pedido feito durante a greve da categoria no ano passado, mas o secretário de Administração, Núncio Lobo Costa, pediu que esse assunto fosse tratado durante a discussão salarial. Sobre as horas extras, Jaciara quer discutir a inclusão do regime especial de trabalho, imposto pela Prefeitura. Com esse regime, a administração vai fazer uma média das horas extras feitas por cada servidor. Baseada nesse número, cada funcionário vai receber um valor fixo mensal para fazer um determinado número de horas extras. “E como vai ficar a situação dos servidores que não fizeram horas extras no ano passado? E se eles tiverem que fazer hora extra este ano, eles não vão receber?”, questiona a sindicalista, que completa que o sindicato é contra “qualquer tipo de hora extra”. Sem entendimento desde que as discussões sobre a reestruturação foram iniciadas, o sindicato quer voltar a discutir as questões das progressões vertical e horizontal.


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