Indaiatuba

Som alto no Parque continua incomodando moradores

A interdição da ponte instalada na Rodovia Engenheiro Paulo de Tarso Martins, que está fechada desde o dia 3 de janeiro, devido ao desabamento de parte de sua lateral direita, vem fazendo com que os moradores dos bairros Helvetia e Jardim Brasil tenham que andar 15 minutos para chegar ao ponto de ônibus mais próximo. Desde o dia em que a ponte caiu, a população dessa região teve que mudar sua rotina para conseguir usar o transporte coletivo. Antes do desabamento, que aconteceu devido ao rompimento de quatro vigas de madeira que serviam para sustentar a ponte, os ônibus da Viação Guaianazes, responsável pelo transporte público de Indaiatuba, se deslocavam até a junção da Rodovia Paulo de Tarso Martins com a Alameda Antônio Ambiel, onde existe o ponto mais próximo aos moradores da região. Com a interdição, esses moradores e as pessoas que trabalham nas chácaras e fazendas da localidade precisam se deslocar até o ponto mais próximo, que fica a 1,5 quilômetro do outro. Por se tratar de um trecho de subida que está sendo asfaltado, a dificuldade de locomoção das pessoas, principalmente os idosos, gestantes e crianças, é aumentada. Em visita ao local, a reportagem da Tribuna pode constatar que o trecho é bastante extenso, o terreno está prejudicado pela passagem das máquinas, o pedregulho utilizado na obra atrapalha a caminhada, a subida é bem íngreme e não existe acostamento para os pedestres. Na quarta-feira, dia 10, o jardineiro Benedito Aparecido Teles, de 47 anos, que mora no Jardim Brasil e trabalha em uma chácara na estrada de Santo Agostinho, precisou sair 20 minutos mais cedo do trabalho para conseguir chegar ao ponto antes que o ônibus passasse. Depois de ter percorrido toda a subida, ele revelou que a mudança complicou “bastante” a sua vida no trabalho. “No antigo ponto, eu andava uns 130 metros para tomar o ônibus. Agora, eu preciso andar quase 15 minutos para pegar o mesmo ônibus”, relata. “Devido ao tempo que demoro para chegar do ponto até a chácara, de manhã tenho que pegar o ônibus mais cedo e à tarde tenho que sair do trabalho uns 20 minutos antes, para chegar a tempo no ônibus”, descreve.


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