Indaiatuba

Andaime desaba em teto de residência

As frequentes críticas a respeito do programa CPFL Total, que possibilita ao usuário pagar a fatura de energia elétrica em estabelecimentos comerciais credenciados à Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL Piratininga), parece não ser o suficiente para a concessionária desistir do sistema. A empresa alegou para a Tribuna que o programa “possui uma rede de atendimento que facilitou a vida da população”. As críticas ao sistema partem dos usuários e também dos lojistas que se dispõem a oferecer o serviço. A Tribuna noticiou em diversas edições as reclamações. Enquanto os usuários contestam a respeito do constante rodízio de estabelecimentos conveniados, já que por muitas vezes, comércios que recebiam a conta em uma semana, na seguinte deixam de receber os pagamentos, os lojistas questionam, principalmente, a segurança oferecida para a execução do programa. Desde que o programa CPFL Total começou, em agosto de 2010, após o término do contrato da concessionária com as casas lotéricas, dois estabelecimentos credenciados em Indaiatuba foram assaltados. No bairro Cidade Nova e Jardim Rêmulo Zoppi, assaltantes chegaram a levar R$ 15 mil e R$ 11 mil, respectivamente, dos comerciantes. O proprietário de uma drogaria alvo de assalto relevou à Tribuna em janeiro que, mesmo antes do roubo já pensava em descredenciar-se por conta do baixo retorno financeiro, já que a CPFL repassava R$ 0,30 por cada conta recebida pelo comércio.


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