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Hipotireoidismo – do Ronaldo ou não O assunto veio à baila com a aposentadoria do jogador Ronaldo “Fenômeno”. Para justificar seus quilos a mais, culpou o funcionamento lento da glândula tireoide. Talvez não seja só isso que tenha engordado o gênio do futebol. Esta escriba descobriu por acaso (graças ao cuidado médico da ginecologista Karine Schluter e acompanhamento da endocrinologista Inah Cavalcanti) que estava com hipotireoidismo. Pesava quatro quilos a mais que o meu normal. No caso do “Fenômeno”, acho que estava uns 20 quilos acima. A menor atividade da glândula é bastante comum em mulheres a partir de uma certa idade (40 em diante) e os sintomas podem ser confundidos: preguiça, falta de ânimo ou depressão, queda de cabelo, pele seca, prisão de ventre, intolerância ao frio, olhos e boca inchados ao acordar. Entre outras funções, a tireoide regula o metabolismo, que nesse caso fica mais lento. O diagnóstico é feito através de exame de sangue (T3 e T4) e o endocrinologista fará a reposição aos poucos, para situar a dose ideal para quem tem hipotireioidismo. Em geral, o medicamento deverá ser tomado até o fim da vida. As jovens um pouco mais cheinhas vão aos médicos pedir que lhes deem remédios para a reposição hormonal, mesmo sem ter a doença. Não façam isso! Vocês irão envelhecer antes do tempo! Podem até emagrecer uns dois quilos, mas quando estiverem com 30 anos parecerão ter 40. Já a reposição correta não afeta o envelhecimento, uma vez que está repondo o que o organismo não consegue mais produzir.


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