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Secretaria da Fazenda alerta sobre falso e-mail

Quatro testemunhas dos principais acusados na morte da compradora Kátia Badinger, assassinada em seu apartamento em 2009, foram ouvidas na terça-feira, dia 22. A audiência dá continuidade à investigação do crime. Foram ouvidas testemunhas relacionadas pelos réus Silvio Rogério Simão e Maria das Dores Souza Badinger, mais conhecida como Dora Badinger, madrasta da vítima e acusada de ser a mandante do crime. Foi a primeira vez, desde que os acusados foram denunciados pelo Ministério Público, que todos sentaram-se juntos no banco dos réus. Foram ouvidas testemunhas listadas no processo 269/2009, que tramita na 1ª Vara Criminal e corre em segredo de justiça. A reportagem apurou que foram ouvidas Elizabeth Souza, irmã de Dora Badinger; e o empresário Maximilian Badinger, pai de Kátia e marido de Dora. Também foram colhidos depoimentos de Benedito Gomes Filho e Benedito da Silva Amaro, respectivamente marido e sobrinho da faxineira Maria José de Oliveira Santos Gomes, que revelou que agiu a mando da madrasta de Kátia. Devido ao número de pessoas relacionadas como testemunhas, apenas quatro foram ouvidas na audiência desta semana. Uma próxima oitiva está agendada para o dia 25 de março. De acordo com a denúncia do Ministério Público feita em 24 de setembro de 2010 e aceita pelo juiz da 1ª Vara Criminal, faltam os depoimentos de Antonio Fernando Maschietto (amigo da família de Kátia), André Luiz Gramanie (ex-marido da compradora), e da delegada que trabalhou no caso, Cibele Roberta Mezzalira Sanches e que teve participação importante na localização e prisão da faxineira Maria José de Oliveira Santos Gomes, que tentou fugir após o crime. Ainda devem ser ouvidas por carta precatória Maria Clara Bogotto Badinger (mãe de Kátia), bem como os delegados Carlos Donizete de Faria Souza e Rodrigo Otávio Aydar Monteiro, do 5º Distrito Policial de Campinas e Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Campinas, respectivamente.


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