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Cerca de 220 trabalhadores da Fundituba Indústria Metalúrgica Ltda votam amanhã, dia 5, o início de uma paralisação dos trabalhos. O estado de greve foi aprovado pelos funcionários na terça-feira, dia 29 em uma assembleia realizada na porta da empresa. Com o apoio do Sindicato dos Metalúrgicos de Campinas e Região, os trabalhadores reivindicam que a empresa instaure uma política fixa de cargos e salários. De acordo com o diretor do sindicato, Derci Jorge de Lima, até hoje a empresa não possui um conceito de política de cargos e salários. Segundo ele, a empresa aumenta os vencimentos de seus funcionários “do jeito que bem entende”. “O aumento dos salários fica de acordo com a vontade dos líderes, não há nenhum tipo de aumento progressivo dos vencimentos. Quando eles aumentam, sobem os salários do jeito que querem”, argumenta. Em negociação desde agosto, Lima revela que o sindicato apresentou uma proposta à empresa para que a política de cargos e salários seguisse os moldes de como é aplicado atualmente na Toyota do Brasil. Na multinacional japonesa, nos primeiros cinco anos, os funcionários recebem um reajuste semestral. Passado este tempo, os acréscimos seguem a pauta da campanha salarial anual, ou seja, são feitos uma vez ao ano.


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