Indaiatuba

Infraero anuncia mais uma desapropriação em Helvétia para ampliação de aeroporto

A ação que começa a valer a partir de amanhã é exatamente oposta a realizada no final de 2008 e durante todo o ano de 2009 quando o Brasil sofreu com os efeitos da crise financeira mundial e o governo Federal teve que interferir. “A medida expansiva adotada pelo governo aumentou o crédito, promoveu o consumo, o aumento das vendas, produção e do emprego. Como esse consumo cresceu e ficou maior do que a produção e o preço dos produtos começaram a subir foi necessário adotar essa medida”, avalia. O economista alerta que, mesmo com essas novas regras o importante é que os clientes negociem diretamente com as operadoras e bancos. Ele informa que para aqueles que são considerados bons clientes, que consomem volumes consideráveis, vale a pena entrar em negociação com as empresas para que o valor da anuidade seja zerado. Santos também entende que essa ação vai dar mais liberdade aos bancos para cobrar essas novas tarifas, mas pode ser uma medida que exija dos consumidores uma maior responsabilidade na hora do consumo. “Muitas pessoas não dão importância para isso”, considera o economista. Com o objetivo de diminuir o risco do superendividamento, o Conselho Monetário Nacional determinou que o valor mínimo da fatura de cartão de crédito a ser pago mensalmente não pode ser inferior a 15% do valor total da fatura. A partir de 1° de dezembro desse ano o valor do pagamento mínimo sobe para 20% do valor total da fatura. Caso o cliente receba cobrança indevida de tarifas de cartão de crédito, deverá procurar primeiramente a agência responsável por seu atendimento e buscar a solução do problema com o gerente responsável por sua conta. Se não conseguir resolver, pode recorrer aos serviços de atendimento ao consumidor (SAC), disponibilizados pelos bancos por telefone ou pela internet. De acordo com o diretor da Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) de Indaiatuba, Wilson José dos Santos, o cartão de crédito é motivo de várias reclamações recebidas pelo órgão, principalmente dos clientes que recebem o produto sem ter feito pedido.


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