Indaiatuba

Shoppings entram no clima natalino

O motivo principal do déficit de examinadores na Ciretran é a falta de profissionais fixos, ação que é de responsabilidade do Estado. Para não parar os exames, o órgão designa a função a outros profissionais de dentro dos órgãos de trânsito que fazem esse trabalho como um extra. A Tribuna apurou que a atuação feita informalmente seria mantida parte pela Prefeitura, que recentemente teria cortado a verba de pagamento desses profissionais. A outra parte seria a soma de uma contribuição feita pela Associação dos Centros de Formação de Condutores e Autoescolas de Indaiatuba, que recentemente também não está sendo feita devido a não concordância do pagamento por parte dos proprietários de autoescolas. “O Estado não manda funcionário, e para melhorar essa situação e não ficar sem exame, a associação proporcionava essa colaboração”, comentou o proprietário de Centro de Formação de Condutor (CFC) Waldemar Constantino Filho, de 60 anos. Para o profissional, os funcionários que atualmente ainda realizam os exames fazem pela amizade. “Os examinadores fazem um bico aqui e não vão trabalhar sem ganhar nenhum centavo. Por isso muitos saíram e hoje está essa situação”, salienta. De acordo com a Assessoria de Comunicação Social da Prefeitura, não existe registro de pagamento de horas extras para os funcionários que realizam os exames. A reportagem também procurou a assessoria de comunicação do Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran), para falar sobre á falta de funcionário no órgão, mas até o fechamento desta edição não obteve retorno.


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