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Nova ponte melhora fluxo da Rua 80 no Jardim Morada do Sol

Na onda do politicamente incorreto – se há uma coisa boa sobre os americanos é que eles odeiam quando têm sua liberdade de expressão cerceada – Professora sem classe subverte o subgênero Ao mestre com carinho. Aqui, Elizabeth Halsey (Cameron Diaz) é uma professora que simplesmente não dá a mínima. Desbocada, cruel e com uma conduta absolutamente imprópria, ela bebe, fica chapada e não vê a hora de se casar com um homem rico para poder deixar o trabalho como professora de uma escola do ensino médio. Quando é abandonada pelo noivo, ela traça um plano para conquistar um professor substituto rico e atraente (Justin Timberlake) – cuja atenção é disputada por uma colega excessivamente energética, Amy (Lucy Punch) – enquanto se esquiva das investidas do irreverente professor de educação física (Jason Segel). Com orçamento de US$ 20 milhões, Professora sem classe chegou perto dos US$ 100 milhões nas bilheterias, uma proeza para um filme com censura R (menores de 14 anos só acompanhados por maiores reponsáveis). Para a dupla de roteiristas Gene Stupnitsky e Lee Eisenberg, “Não parecia haver muitos papéis cômicos para mulheres. Nós víamos tantas mulheres engraçadas em Saturday Night Live e nos talk shows, todas hilárias e encantadoras, mas no cinema, elas serviam apenas como elemento decorativo ou para fazer com que dois homens se tornassem amigos ou algo assim. Nós queríamos muito escrever um projeto para uma comediante”, diz Eisenberg. Confira a matéria completa na edição impressa de amanhã, do Jornal Tribuna.


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