Indaiatuba

Lixo se acumula atrás de creche pública no Jardim Morada do Sol

Em entrevista à Tribuna, Márcio Granada enfatiza que não utilizou o nome de Zico para convencer Gê a embarcar. “Tudo o que nós combinamos foi cumprido. Inclusive ele esteve em Indaiatuba no jogo-treino que antecedeu a viagem, então ele sabia que era pelo Primavera”, se defende. Por outro lado, ele afirma que os jogadores usaram, sim, o uniforme da Escola de Zico. “Para o jogo usamos do Primavera, mas como o time não tinha roupa de passeio os meninos usaram o da escola do Zico, mas eu nunca deixei de informar o Zico, e outra coisa: nunca fizemos algo que pudesse comprometer a imagem dele, pelo contrário, sempre favorecer.”, conta. O problema com o jogador, segundo o empresário, é outro: indisciplina. “Ele foi muito mal, chegou gordo. Não queria saber de treinar, não seguiu as regras conforme foram colocadas para todo mundo. Viajamos com 30 pessoas e não tivemos problema com ninguém. Ele é um babaca, mau caráter, não tem a mínima condição de ser jogador, mimado pelo irmão e fica falando besteira. Quis por livre e espontânea vontade vir embora para o Brasil três dias antes do previsto e aí se sentiu no direito de falar o que quer. É ovelha negra”, rebate Granada. Quanto a disputa judicial, ele afirma que quer um pedido de retratação pública. “Já conversei com o advogado deles e se eles não pedirem desculpas publicamente vou entrar com uma ação por danos morais. A gente tem todas as provas que eles jogaram com a camisa do Primavera, que nós compramos as passagens de ida e volta, igual a todos os outros jogadores . Vou mostrar quem é ele, quem é o irmão dele.”, enfatiza.


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