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A Secretaria Municipal de Educação lamentou “profundamente” a paralisação no atendimento realizada ontem, dia 10, na Creche Professora Silvia Lúcia Silva Pinto. Por meio da Assessoria de Comunicação Social, a Prefeitura diz que o ato das funcionárias foi um “fato isolado” que aconteceu “por falta de comunicação” dos funcionários com a entidade administradora. De acordo com a Educação, a Comfi não recebeu até as 16 horas de ontem nenhuma reclamação formal das funcionárias. “Também não foi comunicada sobre a possível paralisação anteriormente, para poder solucionar as questões sem que houvesse o prejuízo para a população pela falta de atendimento”, lamenta a secretaria. De acordo com o presidente da entidade, Rogério Antonio da Rocha, o pagamento do salário das monitoras teve o atraso de  um dia útil, “por questões burocráticas”. “O pagamento será acertado amanhã (terça-feira, dia 11)”, alega. A denúncia por falta de material, segundo a Secretaria de Educação e a própria entidade, não procede. A Secretaria de Educação enfatiza que está dando o apoio necessário à entidade para que regularize o mais rápido possível o atendimento. Ontem à tarde foi feita uma reunião entre a Comfi e a Secretaria de Educação para resolver as questões. O atendimento deverá ser normalizado hoje, dia 11. Ainda de acordo com a Prefeitura, a questão do cheque, também foi um caso isolado. “Ele foi devolvido por erro de preenchimento e não por falta de fundos, e o caso já foi solucionado”. Sobre o cartão cesta básica, a entidade diz que analisou a questão e para atender melhor aos funcionários decidiu trocar o cartão pela própria cesta básica, que já foi entregue dia 6. A creche atende atualmente 210 crianças e recebe R$ 660 mil ao ano da Secretaria Municipal de Educação.


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