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Prefeitura divulga lista de aptos para o sorteio dos apartamentos do Campo Bonito

Os moradores que residem nos 320 apartamentos dos 20 blocos dos residenciais Mirim 1 e 2, no Jardim Morumbi, acusam a empresa Logos, responsável pela administração dos dois locais, de uma série de irregularidades que vão da cobrança irregular de serviços até a falsidade de documentos. Revoltados com a situação que vêm vivendo há sete anos, os proprietários dos imóveis se uniram para cobrar da empresa o que eles entendem ser o correto para o espaço. Ao afirmar que estavam cansados de tentar resolver “amigavelmente” a situação com a administradora, os moradores se reuniram para listar o que eles entendem ser os principais problemas que afetam os usuários. No início da noite de quarta-feira, dia 14, a reportagem da Tribuna esteve na unidade dois do residencial, onde pode ouvir as reclamações. Antes de revelarem os problemas que atingem diretamente a população local, um grupo de moradores questionou a mudança da empresa que administra o espaço. Segundo eles, a Garcia Imobiliária fazia o trabalho que passou a ser realizado pela Logos. Porém, os donos dos apartamentos afirmam que a mudança foi de “fachada”, pois o dono da empresa é o mesmo, os funcionários que eram da Garcia continuam trabalhando no local e o proprietário também é o mesmo. Uma das queixas dos cidadãos é sobre o valor do condomínio, que para a unidade um é de R$ 202 enquanto para o residencial dois a taxa é de R$ 184. Entretanto, de acordo com as reuniões feitas até agora, a previsão é de que o condomínio suba para R$ 270. Porém, segundo os moradores, pelos benefícios que o espaço oferece, a tarifa deveria ser de R$ 146,53. Segundo o aposentado Gilberto Marcos, de 43 anos, as mudanças são feitas apenas “no papel”, já que muitas ações não são feitas.


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