Indaiatuba

Campo Bonito - Candidatos titulares com deficiência ou cuja família tenha algum integrante com deficiência

A Prefeitura e a Drogal Farmacêutica Ltda. foram condenadas a pagar uma indenização de R$ 7 mil a uma paciente da rede pública de Saúde. Em 2008, a farmácia teria disponibilizado, por meio do Programa Saúde da Família, um remédio diferente do que estava discriminado na receita médica da cliente, que foi aplicado na paciente em um posto de saúde local. A decisão, em segunda instância, é da quinta Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo, e ainda cabe recurso. A paciente apresentava alergias, quando lhe foi receitado que utilizasse Benzoato de Benzila e um sabonete específico para o problema. Na farmácia, mesmo com a receita em mãos, a paciente recebeu equivocadamente uma ampola de Despacilina, medicamento que não contava na receita. Com o remédio em mãos, a paciente foi até um posto de saúde, onde a enfermeira que atendia, que também não se atentou para o equívoco, aplicou o medicamento. Durante a aplicação do remédio, a paciente reclamou de ter sentido tonturas, náuseas e ter quase desmaiado. Nesse momento constatou-se que o medicamento injetado não era o que constava na receita, segundo relato da própria enfermeira que o aplicou.  A Drogal foi condenada, segundo o Tribunal de Justiça, por ter sido responsável pela entrega do medicamento prescritos na receita. “Qualquer paciente que receba prescrição de médico apresentará, no ato, o receituário contendo a indicação, de modo que fará a aquisição dos fármacos ali indicados. Não haveria de desviar-se espontaneamente das instruções médicas”, afirmou o relator Nogueira Diefenthäler, da 5ª Câmara de Direito Público do TJ de São Paulo. A reportagem da Tribuna tentou contato com a advogada da paciente, mas até o fechamento da matéria não havia retornado. O mesmo contato foi feito com a paciente, mas não houve retorno.


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