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Avesso à ideia da venda sem a licitação, o líder da oposição, vereador Carlos Alberto Rezende Lopes, o Linho (PT), se apega à Constituição paulista para ser contrário ao projeto. Único dos 12 parlamentares locais a rejeitar o projeto, o petista considera a Lomi uma “aberração” por permitir que tal medida possa ser feita. “Não se pode realizar a concessão de um imóvel lindeiro dependendo apenas da vontade do Executivo. O prefeito não pode declarar que não quer um imóvel e vender para o vizinho”, critica. Insatisfeito com a medida tomada pelos colegas de plenário, o parlamentar afirma que vai desistir de tentar alertar os demais vereadores e que espera uma ação do Ministério Público Federal. Devido ao recesso parlamentar, a segunda votação do projeto só deve acontecer na segunda quinzena de fevereiro de 2012, quando as reuniões ordinárias voltam a acontecer. Antes disso, a proposta só será votada caso a presidência da Câmara convoque uma sessão extraordinária.


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