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Na mensagem, a mãe cobra atitudes de Oguma para tomar providências sobre o menor, que segundo ela, “estava sem controle”. L.K.O. deixou dois contatos ao ex-marido, que procurou informações sobre o acontecido com o menino. “Liguei para o tradutor da prefeitura do Japão no número que ela passou e descobri que na verdade meu filho tinha sofrido graves maus-tratos do padrasto, e que tinha sido retirado da residência pela polícia e levado a um abrigo de menores”, conta Oguma. A família brasileira conta que as marcas de espancamento foram descobertas pela professora da escola. A unidade foi responsável por acionar o Conselho Tutelar para a retirada da criança da residência. As graves notícias chocaram a família de Oguma, que acionaram os órgãos legais do país para obter informações do estado da criança. “O tradutor disse que ele tinha ferimentos gravíssimos, que as imagens podiam ser comparadas com filme de terror”, conta Luciana. Em contato com o Consulado-Geral do Brasil em Hamamatsu, Oguma teve a confirmação de que o filho estava em um abrigo da província de Shizuoka, que assiste menores abandonados que sofreram violência. Em contato com o abrigo, o pai apenas conseguiu obter informações da situação do filho, mas é impedido de falar com ele para que não atrapalhe as investigações. “É uma situação muito complicada, pois fiquei muito tempo sem saber dele e depois de seis anos sem notícia, foi muito difícil. Sei que para a casa da mãe ele não quer voltar”, conta. Outras informações que Oguma obteve com os responsáveis no Japão é que a ex-mulher perdeu a guarda da criança e que o padrasto acusado das agressões foi preso. Sem nenhum responsável, o menino permanece no abrigo.


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