Indaiatuba

Indaiatubana quer passagem a R$ 4,14

Depois de um ano sem aumento, as passagens de ônibus vão ficar mais caras novamente. A Viação Indaiatubana pediu um reajuste de 30% no valor, que pode passar dos atuais R$ 3,20 para R$ 4,14.

A Secretaria Municipal de Administração, à qual é vinculado o Departamento de Transporte, está analisando o pedido da empresa. O último reajuste concedido à viação foi em 17 de novembro do ano passado, quando o valor subiu de R$ 2,90 para R$ 3,20, uma alta de 10,3% - o acumulado em um ano foi de R$ 0,40 de aumento.

A assessoria de comunicação da Prefeitura explicou, em nota, que a concessionária protocolou o pedido para o novo valor de R$ 4,14, mas o pleito ainda está sob análise, já que a pasta "sempre considera para a determinação do valor final os estudos técnicos dos órgãos da municipalidade, os índices acumulados desde a vigência do contrato e média inflacionária antes de definir o valor final".

O pedido de reajuste vem depois da greve-relâmpago dos motoristas, iniciada no sábado passado e encerrada na segunda-feira, após acordo com a empresa. Os trabalhadores decidiram pela paralisação devido a um atraso no pagamento dos vales, que deveria ter sido feito no dia 20 e foi anunciado somente para o dia 27. Com a intervenção da Prefeitura, o pagamento foi realizado na segunda-feira, motivando o retorno ao trabalho.

A Viação também está trocando, desde o mês passado, parte de sua frota envelhecida. São 13 veículos do ano de 2007 que, por lei, precisam ser renovados. A substituição está sendo feita por carros do ano de 2011, e acontecem até o fim deste ano.
A Reportagem tentou contato com a viação por e-mail e telefone para confirmar o pleito, mas até o fechamento da edição não obteve retorno sobre os prazos desejados pela empresa.

Táxis

A Administração ainda explica que os mesmos aspectos utilizados para rever os valores dos ônibus também são considerados na análise de possível reajuste de tarifas de táxi. O reajuste para as tarifas cobradas nesse tipo de transporte também está em estudo, porém considerando-se as características e demandas próprias de cada meio de transporte coletivo.


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