Indaiatuba

Desrespeito e falta de equipamento em transporte público são constantes

A mobilidade dos deficientes físicos no transporte público também tem sido discutida.

O cadeirante José Denilson da Silva, de 28 anos, está em uma cadeira de rodas desde os 5 anos, devido a reação a uma vacina, e conta que gosta muito de passear pela cidade, mas ainda encontra certa resistência das pessoas nos ônibus. "Muitas vezes, elas não têm muita paciência para esperar; outras, o elevador está com problema. Daí, quando está quebrado, temos de ficar esperando outro ônibus por 15 ou 20 minutos", revela. "Complica quando tenho de ir ao médico, pois tenho horário para chegar", lembra.

Sobre este problema, Rubens fala que as equipes da secretaria chegaram a realizar dinâmicas com passageiros e motoristas de ônibus, a fim de que pudessem vivenciar as dificuldades de cadeirantes, assim como de cegos e surdos. "Sentimos que os usuários não têm muita paciência para aguardar a entrada do deficiente; além disso, tivemos muitas reclamações de que alguns os motoristas não paravam para cadeirantes", alega.

Vistorias

Em nota, o departamento de Transporte Coletivo da Prefeitura, garantiu que a frota passa por duas vistorias anuais que testam o funcionamento dos equipamentos, incluindo elevadores. Em caso de irregularidade, a empresa concessionária é notificada a fazer o reparo. O departamento solicita que os reclamantes entrem em contato pelo telefone (19) 3894-2049, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, para formalizar a reclamação e agilizar medidas cabíveis. O setor ressalta ainda que os funcionários da empresa passam por treinamentos periódicos, a fim de assegurar o atendimento correto aos passageiros.


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