Indaiatuba

Famílias estão se adaptando às possibilidades abertas nas unidades

A Tribuna conversou com algumas famílias para saber como está sendo a adaptação frente às mudanças.

Amanda Amorim leva o filho Luan Vinícius na creche Rosinha Candello, no Jardim Morada do Sol. Por enquanto, para eles nada mudou, já que o menino fica na instituição das 13h às 17h. Entretanto, Amanda conseguiu emprego e terá de deixá-lo na creche em período integral. "Enquanto eu estava em casa, podia levá-lo e buscá-lo; porém, agora ele fica com minha sogra de manhã. Acontece que ela está de férias e retorna no dia 10 de fevereiro; daí eu não sei como vou fazer", diz.

A mãe perguntou sobre a possibilidade de passarem o filho para o integral. "Mas me disseram que não há previsão de vagas, então, pensei em transferi-lo para outra creche próxima, mas é necessário um mês de frequência da criança para só então pedir a transferência", lamenta Amanda.

Juliana Gomes Pereira, do Cecap, é mãe da pequena Ketlyn, que frequenta a creche Pingo de Gente. "Ontem eu fui até a creche e pedi que a diretora me explicasse melhor sobre o novo horário, e ela confirmou que será das 7h às 16h", esclarece. "Ela falou também que vão abrir exceção para os pais que não conseguem ir nesses horários e eu tive de assinar uma folha, atestando que eu estava de acordo com a mudança. Aconselho a todas as mães irem nas creches na semana que vem para ver o que eles irão falar; porque se todas abrirem exceção aos pais que precisam fazer horários diferentes, não tem porque a gente questionar", conclui Juliana.

Já Michelle Prado, do Parque das Nações, conseguiu fazer um arranjo em seu trabalho para buscar o filho Vítor Augusto na creche José Balduíno. "Trabalho das 7h30 às 17h e meu marido não pode ir buscá-lo todo dia, pois viaja com frequência a serviço; então, conversei com a empresa para conciliar os horários nos dias em que ele estiver fora", comenta. Ela fala ainda que o prazo de adaptação informado pela creche será de quatro meses.


Fonte:


Notícias relevantes: