Indaiatuba

Setor hoteleiro cresce com Royal Palm Tower

TURISMO

Com previsão de entrega para outubro desse ano, o Royal Palm Tower Indaiatuba abriu oficialmente a sua agenda comercial e começou a aceitar reservas na manhã de quarta-feira, em evento que contou com a presença de cerca de 200 convidados e com a palestra corporativa de um dos economistas mais influentes do Brasil, Ricardo Amorim.

O empreendimento do gru-po Royal Palm Hotels & Resorts, em parceria com a Cariba Empreendimentos, que completa 40 anos de atuação na incorporação imobiliária es-se ano, teve um investimento de R$ 90 milhões e chega para atender à demanda da cidade de Indaiatuba e Região Metropolitana de Campinas (RMC).

"Trata-se de um projeto ambicioso, que confirma nossa aposta no interior como um grande hub de negócios e eventos, além de um polo de lazer. Estamos aportando em uma cidade capaz, com enorme potencial, com o apoio e expertise de uma destacada incorporadora como a Cariba", observa Antonio Dias, diretor executivo do Royal Palm Hotels & Resorts.

Franklin Gindler, fundador da Cariba Empreendimentos, defende que o modelo de negócios irá prosperar a região. "Estamos apostando firmemente no Royal Palm Tower Indaiatuba. O empreendimento irá contribuir para o desenvolvimento econômico e hoteleiro da cidade, pois o objetivo é suprir à demanda que existe e contribuir para o desenvolvimento do turismo de negócios de Indaiatuba", ressalta Gindler.

Potencial

O sucesso do Royal Palm Tower Indaiatuba confirma o cenário otimista para o segmento. De acordo com um estudo elaborado pelo Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB), o mercado de hoteis planeja investir R$ 12,8 bilhões até 2020. Prova disso é o interesse dos investidores pelo mercado, que cresce gradativamente e apresenta oportunidades de um bom e rentável negócio.

"Grandes oportunidades financeiras acontecem em momentos de crise. É preciso pensar a longo prazo e, quando a casa estiver em ordem novamente, o mercado imobiliário volta a crescer de forma exponencial, principalmente no segmento de turismo, que gradativamente gera riquezas incalculáveis para o país", afirma o economista Ricardo Amorim.

"A previsão é que o imóvel tenha rendimento real acima da inflação quando estiver em operação. A taxa de ocupação está prevista para 48% no primeiro ano e atingindo 70% quando chegar à maturidade, considerando um período de 5 anos. Claro que estamos trabalhando com números bastante conservadores", avalia Franklin.


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