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Com meses de atraso, começa obra em Itaici

OBRAS

Seis meses depois do prazo final para entrega da obra, as secretarias de Obras e Vias Públicas (Semop) e Urbanismo e do Meio Ambiente (Semurb) iniciaram nesta semana a construção da base onde será instalada a passarela metálica sobre o Rio Jundiaí, no final da Alameda Coronel Antonio Estanislau do Amaral, em Itaici.

A passagem foi anunciada pela Tribuna em novembro de 2014, com previsão para conclusão em setembro do ano passado. No final de maio de 2015, então, foi emitida a ordem de serviços para a construção. Segundo informou a assessoria das pastas na época, a montagem da estrutura seria iniciada em barracão para, depois, ser instalada no local.

O objetivo da obra é tornar mais segura a travessia de pedestres pelo local. A iniciativa recebe investimentos no valor de R$ 534.776,32 e, agora, deverá ser entregue no início do segundo semestre, com cerca de um ano de atraso.

Em contato com usuários da ponte quando foi anunciada a passagem, a Reportagem constatou aprovação da obra, principalmente porque a ponte fica ao lado de uma escola de educação infantil e a cerca de cem metros de dois pontos de ônibus.

A ponte terá 55 metros de comprimento e 2,5 metros de largura, com proteção de 1,30 metros. Hoje a passagem de pedestres e ciclistas é feito em um corredor estreito, na lateral da ponte, ao lado da passagem de veículos.

A empresa vencedora da licitação para a obra é a Tutida Construção e Manutenção Ltda., que dá andamento a montagem da estrutura metálica da ponte no barracão da empresa.

Mudanças

Em 2014, quando foi aberto o processo licitatório, a estimativa era que a obra levasse dez meses para ser concluída, com um investimento de R$ 597 mil. Seis meses depois, a expectativa de investimento menor em cerca de R$ 60 mil, num total de R$ 534.776,32.

A redução do valor da obra, como informou a Semop no ano passado, via assessoria de imprensa, é normal, porque ganha a licitação a empresa que apresenta o melhor preço. "Aquele valor que passamos quando abrimos a licitação é apenas de referência e é calculado utilizando fontes de pesquisas como a da Revista Construção - PINI, que são preços de mercado aceitos como referência pelo Tribunal de Contas (TC)".

Para obras que envolvem convênios, há regras específicas - se envolver o Estado, podem e devem ser usadas fontes como a Companhia Paulista de Obras e Serviços (CPOS); já os convênios com o Governo Federal têm base de preços Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (Sinapi).


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