Indaiatuba

Mãe reclama de atendimento em hospital

Uma mãe está preocupada com a falta de atenção a sua filha de um ano e dois meses que estava com suspeita de H1N1. Segundo Paula E., sua filha passou mal no dia 31 de março, quando apresentou febre alta. "Como minha filha tomou vacina do calendário normal, achei que fosse reação. Como ela tinha consulta marcada, optei por não mandá-la à creche e aguardar. A médica viu o estado dela, e passou o Salbutamol (Aerodini). Ela tossia muito, tinha febre, não comia nada, nem leite estava querendo tomar", lembra. "A médica pediu para que aguardasse aquela noite, porém na madrugada, ela pioro, e fui ao Pronto-Socorro do Hospital Augusto de Oliveira Camargo (Haoc). No local, a médica mediu a temperatura dela e já estava mais baixa pois eu tinha dado medicação em casa. Ela viu que minha filha estava congestionada, com tosse, avisei que ela estaria sob suspeita de H1N1 e até mostrei o receituário de Sabultamol, e nenhum exame foi feito, nenhuma medicação foi dada no hospital, nem mesmo foi mencionado o Tamiflu", revela a mãe.

"Quando levei na pediatra novamente ela receitou o Tamiflu imediatamente e a afastou da creche. Como não encontrei o medicamento em Indaiatuba, fui para Salto, onde passei por uma nova consulta para conseguir o remédio. Lá ela também ela foi dada como suspeita de H1N1", reclama.

Por meio de sua assessoria de imprensa, a unidade médica informou que devido às questões técnicas chamam Síndrome Respiratória Gripal Aguda (SRGA) uma série de infecções virais das vias aéreas superiores, incluso a gripe comum, os resfriados, a rinossinusite aguda viral, a gripe do H1N1, zika vírus, chikungunia etc., devido às semelhanças na apresentação clinica e na dificuldade do pronto diagnóstico etiológico viral.

"A Síndrome Gripal Aguda é um problema de saúde pública, e devemos cumprir a conduta que é estabelecida nos protocolos do Ministério da Saúde e da Vigilância Sanitária. De maneira, geral há que se separar os pacientes com Síndrome Gripal aguda sintomática, com sinais respiratórios importantes, pois o diagnóstico sorológico de confirmação demora e tem mais valor epidemiológico. Os pacientes que preenchem os requisitos do protocolo são encaminhados para exame. O uso e indicação do Tamiflu também obedece as normas e diretrizes dos protocolos do Ministério", informa a unidade médica.


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