Indaiatuba

Reinaldo comenta o pedido de afastamento

Por meio de sua página no Facebook, Reinaldo Nogueira comentou a polêmica. "Como todos os anos, em 2016 também tirei uns dias, para cuidar das minhas coisas particulares e tirar um tempo com a família. O que sobrar, é lógico, vou estar ajudando a organizar a campanha do nosso pré-candidato Nilson Gaspar", afirmou.

O prefeito revelou que, mesmo distante, estará acompanhando tudo. "Mesmo neste período - pouco tempo - em que o Dr. [Antonio Carlos] Pinheiro assume a Prefeitura, temos todo um corpo técnico de acompanhamento", garante. "Só para você ter uma ideia: posso acompanhar pelo meu celular todos os projetos que estão em andamento. Se atrasar algum, posso ligar para o Dr. Pinheiro, que também já vai estar sabendo, e dizer: olha, cobra tal secretário".

Por fim, termina dizendo saber a razão de tanta polêmica. "Estou fazendo o que fiz todos esses anos. A polêmica é porque estamos em ano eleitoral", apontou. "Em ano eleitoral, a gente sabe que acontece de tudo: acusações, protestos, enfim, nós já estamos acostumados com isso. O mais importante é Indaiatuba sempre em primeiro lugar".

Declaração

Na semana passada, durante entrevista coletiva em que foi anunciado o desligamento de Nilson Alcides Gaspar da superintendência do Serviço Autônomo de Água e Esgotos (Saae). Na ocasião, ele disse que já pensava em uma licença para ajudar Gaspar no corpo a corpo, para campanha como pré-candidato à Prefeitura de Indaiatuba. "Aqui, o Gaspar tem um aliado, mesmo após as eleições. Assim como o Rogério [Nogueira, deputado estadual] estará próximo durante a campanha", declarou na coletiva.

Ainda na ocasião, ele havia ressaltado seu apoio ao pré-
candidato do PMDB para que o trabalho de seu grupo político possa ser continuado. "Hoje, meu maior medo é ver Indaiatuba cair nas mãos erradas. É só vermos a realidade de cidades vizinhas que apostaram na mudança", enfatizou. "Jundiaí vinha em uma trajetória de desenvolvimento, como a nossa, e agora está cheia de dívidas. Americana se transformou em um dos piores municípios da RMC (Região Metropolitana de Campinas). Podemos citar também Jaguariúna, que ainda não conseguiu se recuperar de uma gestão ruim, de Mogi Mirim, onde o prefeito não consegue sair às ruas, e Paulínia, uma força em termos orçamentários, que não consegue pagar seus fornecedores", revelou.


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