Indaiatuba

Polêmica sobre as adoções das cinco crianças começou em 2012

Os cinco irmãos foram entregues em guarda provisória para quatro famílias paulistas, de Indaiatuba e Campinas, após pedido liminar do Ministério Público da Bahia, que julgou a família biológica sem condições para criar os filhos e apontou maus-tratos.

A guarda foi concedida, no processo de adoção legalmente em maio (da menina) e junho de 2011 (dos meninos).

Em 2012, após exibição de reportagem em uma emissora de TV, as crianças foram retiradas a força das famílias afetivas e levadas de volta à Bahia, acusando as famílias paulistas de tráfico de pessoas, o que rendeu, inclusive, a criação de duas Comissões Parlamentares de Inquérito (CPI) - uma na Câmara Federal e outra no Senado.

Já em maio de 2015, o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-
BA) anulou a sentença do juiz Luís Roberto Cappio Guedes Pereira, mas não determinou o retorno das crianças ou a manutenção daquela guarda concedida anteriormente.

No início de outubro do ano passado, Silvânia pediu para que o retorno de Luan acontecesse e veio a Indaiatuba, por vontade própria, trazê-lo. Na semana seguinte, também em outubro, retornaram à família afetiva Daniel e Ricardo. Hoje, apenas uma das crianças permanece na Bahia residindo com sua genitora.


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