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Marketplace expande venda de e-commerce

O marketplace é um modelo de negócios que vem atraindo cada vez mais empreendedores. O segmento ajuda micro, pequenas e médias empresas a aumentarem a margem de lucro nas vendas de produtos de e-commerce. Além disso, permite que lojistas efetuem cadastro em sites de grandes companhias de varejo, comercializando suas ofertas.

Alexei Pfeiffer Pimenta, gerente comercial da empresa de marketplace Cnova, explica que esta modalidade de negócio funciona como se fosse um grande shopping center virtual. "O sucesso é baseado no amplo sortimento de lojistas e ofertas diferenciadas, proporcionando uma melhor experiência ao consumidor final", acrescenta.

"O marketplace é a operação que denominamos ganha, ganha e ganha", brinca Pimenta. "Ganham os lojistas que atrelam suas marcas a grandes e-commerces com enorme visitação, o que proporciona uma visibilidade de suas marcas e rápido retorno de vendas; ganham os consumidores por encontrarem em um único site um número altíssimo ofertas disponíveis e com os melhores preços do mercado; e ganha a Cnova que recebe comissão sobre a venda de produtos e aumenta seu mix rapidamente por meio dos lojistas", complementa o gerente.

A Cnova foi pioneira na introdução do marketplace no Brasil, em 2013, por meio da bandeira extra.com.br. Em 2015, a modalidade foi expandida para as marcas casasbahia.com.br, pontofrio.com e cdiscount.com.br. "Atualmente, 80% dos nossos parceiros são os micro, pequenos e médios lojistas, que faturam entre R$ 40 mil e R$ 70 mil por mês, e compreendem 2,3 mil cadastrados nas bandeiras da Cnova, e que comercializam mais de 1,5 milhão de ofertas", revela Pimenta.

Facilidades

A comissão sobre a venda, no caso da Cnova, gira em torno de 12% a 16%; o resultado vai depender ainda da categoria e da margem de lucro do varejista. "Não existe valor fixo mensal e os custos são variáveis sobre a venda, por meio de comissão acordada em contrato, que contempla grande parte dos custos e riscos operacionais da venda on-line (como o charge back, antifraude, taxas administrativas, mídias e tráfego)", explica Pimenta.

Para operarem nos sites da Cnova, os lojistas necessitam de uma escala de distribuição nacional, política de frete e preço competitivo, além de uma boa qualidade transacional em seu negócio. "Não existe nenhuma despesa para ingressar no marketplace ou mensalidade para manter a operação. O único custo é uma variável sobre a venda de cada produto. Tempo mínimo como lojista ou site próprio também não são obrigatórios; basta que o empreendedor se adeque às determinações de atuação prescritas para que possa iniciar a integração e as vendas em qualquer uma das bandeiras da companhia", ressalta.

O gerente completa dizendo que também não há exigência de faturamento mínimo - diferencial que facilita a captação de novos lojistas. "Outro benefício para o lojista é a antecipação de recebíveis, benefício que faz com ele receba o valor da venda à vista, independentemente do número de parcelas que o cliente opte na compra".


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