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Novo cenário para o mercado imobiliário

PERSPECTIVA

A decisão sobre a troca do governo gera perspectiva de maior eficácia, na política e economia, segundo avaliação da Congesa.

Surge então um novo cenário para o mercado imobiliário principalmente por três motivos. O primeiro deles é a confiança, pois o impeachment é condição necessária e suficiente para que o consumidor volte a fazer planos de longo prazo, incluindo compras de bens de maior valor como imóveis; o novo governo terá um diálogo mais coeso entre sociedade e mercado, o que abre caminho para o resgate da confiança. O segundo é o crédito imobiliário: informações coletadas no mercado pelo Banco Central indicam previsão de taxa Selic de 12,5% ao final de 2017, o que representaria queda de 1,75 ponto percentual sobre o atual patamar de 14,25%. Parte dos custos da Caixa Econômica Federal é determinada pela Selic. Logo, uma queda nos juros básicos resultaria em redução de custos do financiamento.

Por fim, o preço dos imóveis, já que muitos consumidores que têm intenção de comprar um imóvel estão adiando os planos porque esperam queda nos preços. Para quem está com dinheiro no bolso. Neste cenário de impeachment e com a retomada da confiança, as vendas devem voltar a ganhar ritmo.

Para quem não tem todo o recurso para comprar à vista e precisa recorrer ao financiamento, as taxas de juros já foram menores, é verdade, mas lembre-se de que os preços estão mais convidativos agora. Portanto, o preço menor pode compensar os juros mais altos.

Por este panorama, os imóveis residenciais devem começar a reagir em relação ao preço dos últimos meses. Portanto, adiar a compra do imóvel pode não ser um bom negócio, já que com a demanda ainda em baixa, basta um pouco de paciência para conseguir boas condições na compra.


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