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Mortalidade infantil cresce entre 2014 e 2015

SAÚDE

O município registrou, em 2015, um aumento de quase 20% na taxa de mortalidade infantil comparado a 2014. No ano passado, segundo a Secretaria Municipal de Saúde, das 3.101 crianças que nasceram vivas na cidade, 34 morreram antes de completar um ano de idade, o que equivale a um coeficiente de 10,96 - o coeficiente da mortalidade é calculado de acordo com o número de óbitos a cada mil nascimentos.

Em 2014, das 3.010 crianças que nasceram vivas, 27 morreram. A taxa de mortalidade infantil foi de 8,97. A Pasta ainda não divulgou os dados de 2016.

No primeiro trimestre de 2014, morreram cinco crianças; sete no segundo trimestre; sete no terceiro; e oito no quarto trimestre. Em 2015, 12 crianças morreram no primeiro trimestre; nove no segundo; oito no terceiro; e cinco crianças morreram no quarto trimestre do ano passado.

Ainda segundo os dados da Saúde, em 2014, 12 bebês morreram até sete dias de vida (neonatal precoce); 11 faleceram entre 7 a 27 dias de vida (neonatal tardio); e nove crianças faleceram de 28 dias a um ano de vida (pós-neonatal). Já em 2015, 21 bebês morreram até sete dias de vida (neonatal precoce); quatro faleceram entre sete a 27 dias de vida (neonatal tardio); e quatro crianças faleceram de 28 dias a um ano de vida (pós-neonatal).

Causas

Para a Secretaria de Saúde, a principal causa das mortes em 2015 foi a prematuridade extrema. "Também há casos de má-formação congênita, casos de septicemia (infecção generalizada), casos de síndrome de angústia respiratória (prematuro), coagulação intravascular disseminada (28 semanas de gestação com 35 cm de tamanho), caso de síndrome hemorrágica de recém-nascido (mãe com diabetes gestacional), hipóxia intrauterina e casos de aspiração pulmonar", informou a Secretaria por meio de sua assessoria de imprensa.


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